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Sejam bem vindos. O objetivo deste Blog é informar as pessoas sobre os mais variados assuntos, os quais não se vê com frequência nas mídias convencionais, em especial acerca dos direitos e luta da juventude e dos trabalhadores, inclusive, mas não só, desde o ponto de vista jurídico, já que sou advogado.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

RESPOSTA A CARTA DE MÁRCIO GENARI

Prezado Márcio Gennari,

"Joga pedra na Geni! Joga pedra na Geni! Ela é feita pra apanhar!

Ela é boa de cuspir! Ela dá pra qualquer um! Maldita Geni! (...)

Vai com ele, vai Geni! Vai com ele, vai Geni! Você pode nos salvar!

Você vai nos redimir! Você dá pra qualquer um! Bendita Geni! (...)

Joga pedra na Geni! Joga pedra na Geni! Ela é feita pra apanhar!

Ela é boa de cuspir! Ela dá pra qualquer um!  Maldita Geni!"

Antes de tudo, obrigado por responder à minha Carta, ainda que acredite que a motivação de suas palavras não seja a nossa amizade mas o cargo de Editor Chefe que você ocupado no veículo de comunicação no qual trabalha a senhora Daniela Brito e para quem dirigi minha missiva.

Reconheço, para começo de conversa, que minhas palavras foram duras. Mas, amigo, foram  necessárias. Para quem sabe ler um pingo no i é letra. Então não se trata de usar carapuça, mas sim rebater a altura insinuações maliciosas e descabidas feita por uma jornalista que ocupa interinamente a coluna da proprietária do Jornal da Manhã. Não se trata de participar da passeata, não foi isso que ela disse. Ela afirma textualmente que “ex-candidato a prefeito tem agendado reuniões, publicado opiniões no Facebook e vem até mesmo doutrinando adolescentes”, sendo certo que Marco Túlio Reis, de quem também sou amigo, não tem participado de reuniões, e tampouco publicado opiniões no Facebook e doutrinando adolescente”.

Eu também não, como já esclareci na Carta aberta que dirigi à senhora Daniela, tenho participado das reuniões do movimento como ativista do movimento social (donde aliás, nos conhecemos, quando ambos militávamos no PT, partido do qual sai faz tempo, para quem não sabe) e presidente da Comissão de Movimento Social da OAB. Também participo, porque milito no PSTU e, como você sabe, nossa atuação prioritária não são as eleições, mas sim participar, democraticamente, dos movimentos sociais, respeitando a autonomia do movimento e suas decisões.

E tem mais, baseada numa fonte mentirosa, pois ela não estava na reunião com o prefeito, afirmou, também de forma mentirosa, na mesma coluna, que militantes partidários mais velhos estavam usando estudantes, passando bilhetinhos para os mesmo, fossem ao microfone expor “suas” colocações. Quanto mentira, quanto despreparo, quanta má-fé.

Bastava a Daniela, antes de fazer tão covardes insinuações, OUVIR O OUTRO LADO. Bastava ela me ligar ou me passar um email pedindo minha versão dos fatos.

Minha irresignação, Márcio, não se deve ao fato de que “meu espírito capitalista tenha falado mais alto”. Não! sou um trabalhador, um operador do Direito, que vive de sua imagem e a minha imagem foi construída no caminho da honestidade e honra. Dizer que estou tirando proveito da situação, tornando impuro um movimento, doutrinando e manipulando adolescentes, caro amigo, é sim uma agressão gratuita à minha imagem, pois seria algo repulsivo, nojento se fosse verdade.

Pra que isso Genari, porque Daniela agiu assim? Tenho certeza que como editor do JM você não compartilha deste tipo de jornalismo, que ataca de forma rasteira as pessoas, com o objetivo de miná-la.

Sabe que, pela publicação de sua Jornalista recebi inclusive ameaças e agressão, uma vez que ela desvirtuou os fatos para atender interesses, para dizer menos, ocultos! Meu caro, eu estava no exercício de minha profissão, na reunião com o prefeito, falei enquanto advogado das entidades sindicais que represento e, ainda, meu caro, como representante da Comissão de Movimentos Sociais da OAB, ah e eu e nem ninguém passou papelzinho para quem quer que seja, pois a juventude que tá à frente do movimento não são esses bobos que a Daniela  desenha na coluna da Lídia Prata, mas sim jovens bem conscientes acerca do que querem.

Ainda que Daniela já manifestou que amanhã vai publicar na coluna minha versão dos fatos, entendo que o JM deveria, para compensar os prejuízos que me causou, ra publicar a Carta que escrevi em sua totalidade.

Finalmente, a quanto à questão do transporte público prestado por empresa pública, certamente haverá fóruns para debatermos o assunto. Por isso não vou me estender aqui sobre ele.

Finalizo dizendo que se minhas palavras foram duras, elas foram proferidas a resposta de quem não está aqui para ser tratado como a personagem principal da música que transcrevi no começo deste texto, Geni e o Zepelim, do grande Chico Buarque. Não sou oportunista, antidemocrático ou grosseiro Genari, respeito a todos para ser respeitado, mas agressões à minha honra nunca passaram e nem passarão sem a devida resposta.

Doa a quem doer!

Do seu amigo Adriano.

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