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Sejam bem vindos. O objetivo deste Blog é informar as pessoas sobre os mais variados assuntos, os quais não se vê com frequência nas mídias convencionais, em especial acerca dos direitos e luta da juventude e dos trabalhadores, inclusive, mas não só, desde o ponto de vista jurídico, já que sou advogado.

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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Dez dicas para fazer uma boa marinada em casa





A técnica de deixar alimentos imersos em líquidos é muito antiga. Registros lá da Era Medieval revelam que, sem refrigeração existente, a prática era usada para disfarçar o sabor das carnes guardadas e também para amaciar os cortes provenientes de animais de caça e, por isso, muito rijos.
Atualmente, a marinada ainda tem o objetivo de intervir na textura da carne e de agregar profundidade ao sabor. As combinações são infinitas e variam de acordo com o alimento a ser marinado e o resultado esperado. Confira, a seguir, dez dicas práticas para não errar na hora de marinar.

1) Combinação básica de marinada 
A base da marinada é feita de três itens que variam de acordo com o tipo e carne: elementos aromáticos (ervas e especiarias), legumes (cenoura, alho, cebola ou salsão) e um líquido ácido (vinhos, vinagres ou limão) ou básico (leite), dependendo do tipo de sabor que se espera. Desta tríade, é possível fazer uma infinidade de combinações diferentes.
2) Líquidos para marinada
O vinho é o líquido mais usado na marinada, mas é possível usar cervejas, cachaças, vinagres, sucos de frutas ácidas, como limão, e até leite ou iogurte natural, quando se busca um meio básico. Os meios ácidos ajudam a amaciar as fibras de carnes mais firmes, já os básicos agregam untuosidade aos cortes macios. Mas é essencial que sejam usados líquidos de boa qualidade e procedência. Se a bebida não é boa para beber, também não serve para marinar, porque ela vai penetrar no alimento e será indiretamente ingerida. Evite também bebidas adocicadas. O açúcar marcará demais o sabor dos alimentos.
3) Vinho branco X vinho tinto
Em linha gerais, a escolha entre vinho tinto ou branco para marinar é similar à regra da bebida à mesa --brancos para carnes brancas, tintos para carnes vermelhas. Use a mesma regra para os vinagres, mas lembre-se de usar sempre vinhos do tipo seco. Para não errar na quantidade, use uma garrafa de bebida para cada três quilos de alimento.
4) Com ou sem sal?Alguns especialistas preferem não salgar a marinada. Isso porque o sal pode "cozinhar" as carnes, além fazer com que percam umidade. Um meio termo seria salgar apenas nos últimos minutos, pouco antes do cozimento. A clássica é para cada três quilos de carne vermelha duas colheres chá de sal grosso. Já para cada três quilos de carne branca (frango ou pescados) use uma colher de sal refinado.
5) Recipientes ideais
Os sacos de marinar são sempre mais práticos. Além de facilitar o contato do líquido com toda a superfície da carne, não exige que a peça seja virada. Caso não tenha um saco específico para marinada, use qualquer saco plástico atóxico e limpo. Mas, se preferir usar um recipiente, opte pelos com tampa de vidro, aço inoxidável, cerâmica ou louça. Evite plásticos e alumínio, já que esses materiais interferem no aroma e sabor da comida.
6) Tempo de marinadaQuanto mais tempo a carne marinar, mais o sabor vai penetrar no alimento. Também é preciso considerar o tamanho do corte. Peças inteiriças, como lagarto ou pernil, precisam de um tempo maior para absorver os sabores e aromas. Para cortes com mais de um quilo, o ideal são 12 horas de molho. Seis horas bastam para partes menores, como coxas e sobrecoxas. Peixes exigem ainda menos tempo, três horas são suficientes.
7) Combinações por afinidadeNão há regras rígidas na hora de temperar. O mais importante é considerar, além do seu paladar, a afinidade comum dos alimentos. Carnes de porco combinam aromas e sabores cítricos. Raspas de laranja, limão ou tangerina formam um saboroso complemento para esses cortes. Já a carne vermelha exige sabores mais terrosos, como tomilho, alecrim e louro. O cordeiro, que naturalmente tem um sabor acentuado, pede ervas à altura, como hortelã e alecrim. Há, inclusive, quem substitua o vinho por leite, creme de leite ou iogurte. Os pescados por terem sabor mais delicado pedem ervas frescas e suaves, como tomilho-limão, salsa e alho-poró. Também vale usar especiarias como canela, cravo e noz-moscada, que geralmente vão melhor com carnes vermelhas.
8) O clássico "bouquet garni"Essa é um técnica francesa de aromatizar sem que as ervas se misturem à marinada. Para isso, os temperos são amarrados com um barbante ou colocados em um saquinho permeável. A combinação clássica inclui um ramo de tomilho, uma folha de louro e três galhos de salsinha. Há variações que incluem alecrim, alho-poró e salsão. Os temperos podem entrar na marinada e na hora do cozimento, e retirado no final do preparo.
9) Sempre na geladeira
Jamais deixe alimentos de molho fora da geladeira. Assim que preparar a marinada, tampe-a e mantenha refrigerada até o momento do cozimento. Alimentos crus de origem animal não devem permanecer sem refrigeração.
10) O que fazer com o líquido?Se for usar o líquido da marinada é preciso garantir que ele seja fervido em algum momento do cozimento para eliminar os riscos de contaminação. Jamais use o líquido cru em uma carne já cozida. Nunca reaproveite a marinada de um alimento para outro.
*Fontes Uol e livros "Chef Profissional: Instituto Americano de Culinária" (Ed. SENAC); "Chefs - Técnicas e Equipamentos" (Ed. Melhoramentos) e "Comida e Cozinha - Ciência e Cultura da Culinária - Harold Mcgee" (Ed. WMF Martins Fontes).

sexta-feira, 18 de abril de 2014

RECEITA DE DOMINGO - Filé de Merluza à Parmegiana

Com amor e junto com meu amor Rita de Cássia, fiz o almoço da Paixão desta sexta feira especial para os cristãos. A pedidos estou publicando-a na seção Receita de Domingo do meu blog.

Servimos arroz com bacalhau e a delícia de Filé de Merluza à Parmegiana para nossos convidados.

Com pequenas modificações, como misturando preparo de creme de cebola (aquele dos pacotinhos para fazer sopas instantâneas) à farinha de rosca, segui a receita abaixo. Prato barato e uma delícia. Fácil de fazer.

Quem quiser se arriscar, eis um vídeo da receita:

 

domingo, 20 de maio de 2012

RECEITA DE DOMINGO: Bife Marinheiro à moda Cavalheiro

Amigos e amigas leitores,

Faz tempo que eu não posto nada de culinária aqui no Defesa. Muitos dos leitores mais novos, acredito, sequer sabem que nosso Blog é afeito a essas delícias. 

O certo é que, em um deste finais de semana, em face de uma visita que receberia em minha casa , decidi fazer um prato especial, mas que ao mesmo tempo fosse de fácil execução, uma vez que ando extremamente sem tempo por estes dias, porquanto, após uma forte dengue e, logo em seguida, o adoecimento de uma das componentes da equipe de meu escritório de advocacia, meus compromissos profissionais estão me cobrando mais do que o comum.

Entretanto, na hora de iniciar o preparo do jantar, deparei com um imprevisto, que não vale à pena aqui especificar, que me obrigou a optar por um prato diferente daquele que eu tinha inicialmente planejado em preparar.

Aí optei pela delícia que dívido com vocês, meus amigos(as) leitores(as): Bife Marinheiro ao Forno, com algumas mudanças na receita original, que me permiti chamá-lo de à moda Cavalheiro…

Um prato fácil e delicioso. 

Eis a receita:

BIFE MARINHEIRO AO FORNO À MODA CAVALHEIRO

Ingredientes:

1,5kg de bifes de alcatra ou patinho
10 dentes de alho amassados
2 cubo de caldo de carne
1/2 garrafa de vinho tinto seco
Sal a gosto
5 cebolas grandes cortadas em rodelas
5 batatas cortadas em rodelas finas
5 tomates sem sementes picados
1,5 xícara (chá) de óleo
2 pitadas de alecrim seco
5 pitadas de orégano
Azeitonas a gosto.
2 colheres (sopa) de salsa picada para polvilhar

Modo de preparo

Aqueça a metade do vinho, com os dois cubos de caldo de carne, o alecrim e o orégano (caso queira use também cominho). Tempere a carne com o alho, o caldo de carne dissolvido no vinho quente e sal. Deixe descansar por 1 hora para tomar gosto. Em um refratário, devidamente untado, alterne camadas de bife, cebola, batata, tomate e azeitona. Regue com o molho do tempero e o óleo. Cubra com papel-alumínio e leve ao forno médio, preaquecido, por 40/50 minutos. Retire do forno e polvilhe com a salsa. Sirva em seguida. (para 1 ½ de carne são necessários dois refratários.

Observação: O papel alumínio é essencial para o cozimento das batastas. Se não usá-los (o que aconteceu comigo, pois o prato fiz na emergencia e não tinha papel em casa) e as batatas, após o tempo de forno acima especificados continuarem duras, faça como eu fiz: transfira as batatas  - com as cebolas, os tomate, as azeitonas e o caldo produzido pelo processo de assamento - para uma panela de pressão. Acrescente o restante do vinho e agregue uma bisnaga de molho madeira pronto (aquelas compradas no supermercado). Feche a panela e após começar a ferver, deixe no fogo por uns cinco minutos (o tempo varia de acordo como esteja as batatas). Após, devolva as batatas, a cebola, a azeitona e o molho para os refratários e deixe no forno por mais cinco minutos. Em seguida é só servir e deliciar seus convidados.

Acompanha arroz branco.

Rendimento: 10/13 pessoas

Adriano Espíndola Cavalheiro

sábado, 15 de janeiro de 2011

CULINÁRIA: outra deliciosa receita para o domingo - Escondidinho de Carne

Retomando  uma das propostas do Blog, qual seja, apresentar para meus leitores além de política e direito, também a arte, trago desta vez um arte culinária.

O escondidinho de carne. Eu fiz,  é uma delícia.

Ah, como estou de regime, as próximas receitas serão menos engordativas.

Adriano Espíndola


Ingredientes

. 600g de músculo
. 2 colheres (sopa) de azeite
. 2 dentes de alho picado
. 1 cebola picada
. 2 xícaras (chá) de caldo de carne
. 1/2 xícara (chá) de azeitonas verdes picadas
. Sal e pimenta a gosto
. Salsa picada gosto
. 1 Kg de abóbora cortada em cubos
. 1 colher (sopa) de margarina
. 1/2 lata de creme de leite
. Sal a gosto
. 4 xícaras (chá) de arroz cozido
. 50g de queijo parmesão ralado

Modo de Preparo
Em uma panela de pressão aqueça o azeite, doure o alho e a cebola. Junte o a carne e mexa até dourar. Adicione o caldo de carne, feche a panela e deixe cozinhar durante 35 minutos após o início da pressão. Desligue o fogo, deixe sair a pressão e verifique se a carne está macia. Deixe esfriar, desfie e misture a azeitona. Reserve o caldo do cozimento. Cozinhe a abóbora até ficar macia, com 1/2 xícara (chá) de água, no fogo brando e com a panela tampada. Passe a abóbora no espremedor e junte a margarina, o creme de leite e o sal.
Montagem: Em um refratário untado com um pouco de margarina, coloque o arroz, por cima distribua a carne desfiada e regue com o caldo reservado. Cubra com o purê de abóbora. Polvilhe o queijo ralado e leve ao forno preaquecido a 200ºC para gratinar.

Dica: Aproveite as sobras de carne e de arroz nesta receita.

Fonte: Jornal da Manhã - 
http://www.jmonline.com.br

sexta-feira, 13 de março de 2009

RECEITA DE DOMINGO: Polenta Tropeira

Amigos e amigas,

Sempre que possível vou postar aqui uma receitinha, é claro para os que gostam da arte culinária como eu, para vocês arriscarem no final de semana.

Vou inauguar com a receita de uma polenta "POLENTA TROPEIRA", um prato de dificuldade média,  mas um belo exemplar da culinária mineira.
Quem arriscar fazer, me diga depois como ficou.

Abraços,

Adriano Espíndola

IGREDIENTES
01 molho de salsa picada
100 gramas de milho verde
01 molho de cebolinha picada
sal a gosto
três pitadas de alecrim.
100 gramas de pimentão verde
100 gramas de cebola picada
200 gramas de tomate picado
100 gramas de bacon picado
500 gramas de carne de boi picada
500 gramas de pernil picado
200 gramas de mussarela
300 gramas de queijo fresco picados em pedaços médios (do tamanho de um queijo de espetinho de churrasco)
250 gramas de fubá
01 xícara de óleo
02 litro de água
150 gramas de massa de tomate
cheiro verde a gosto.

::Modo de preparar::

Refogue metade do alho em uma panela com duas colheres de óleo e depois acrescente um litro de água quente. Coloque o fubá em uma vasilha com água fria e mexa até dissolver. Acrescente o fubá já dissolvido na panela e deixe em fogo brando por 15 minutos. Durante este  tempo, coloque um pouco de água quente à medida que o angu for cozinhando.

Enquanto isso, em outra panela, refogue o bacon com duas colheres de óleo. Depois de refogado, reserve o bacon e, na mesma panela, refogue a carne de boi. Em outra panela, já com a outra metade do alho dourado, refogue o pernil com mais duas colheres de óleo. As carnes podem ser temperadas a gosto.

Para preparar o molho, pegue uma panela com óleo, refogue a cebola e depois acrescente o pimentão, a cebolinha, o tomate, a salsa e adicione sal a gosto.

Coloque mais uma colher de óleo e deixe cozinhando por mais ou menos dez minutos. Depois de
pronto, acrescente o bacon já frito, o milho verde e a massa de tomate. Se quiser, pode salpicar
um pouco de cheiro verde e as pitadas de alecrim. Deixe fritar por três minutos. Depois de frito, ponha a carne de boi e  de porco, mexa bem, acrescente um litro de água quente e deixe ferver por cinco minutos. No último minutos acrescente o queijo.

Depois de tudo pronto, monte o prato:

Unte o recipiente com óleo. Coloque uma camada de angu, depois uma camada do molho, outra de angu e assim sucessivamente, como se fosse uma lasanha, até restar a camada do molho por cima. Acrescente a mussarela  e a cebolinha picada.


Agora é só saborear o prato, que deve ser servido com arroz branco. Tem alguns igredientes meus nele. Mas a origem da receita é da época das tropas de boi, que cruzavam o sertão. O prato é extremamente forte, nutritivo. 

Até quem não gosta de polenta vai gostar desta.
Boa apetite.