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Sejam bem vindos. O objetivo deste Blog é informar as pessoas sobre os mais variados assuntos, os quais não se vê com frequência nas mídias convencionais, em especial acerca dos direitos e luta da juventude e dos trabalhadores, inclusive, mas não só, desde o ponto de vista jurídico, já que sou advogado.

sábado, 12 de janeiro de 2013

A palavra dos mortos (O "humor" a serviço da correção ... daqueles "desviantes" da ordem do macho-adulto-branco-heterossexual-e-cristão)


sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Há um ano da desocupação, moradores do Pinheirinho ainda buscam justiça

LUCIANA CANDIDO
da redação do Opinião Socialista

Pinheirinho recebeu solidariedade internacional

A violenta desocupação do Pinheirinho, em São José dos Campos (SP), completará um ano no próximo dia 22 de janeiro. Para que não caia no esquecimento a ação bárbara do governo do Estado de São Paulo e da Polícia Militar, um ato será realizado no Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, a partir das 19h.

Um ano depois, os moradores ainda lutam por justiça. “Temos o dever de nunca olvidarmos, para que não venha acontecer novamente e, principalmente, exigir moradia para as famílias desalojadas e punição aos responsáveis, disse Antônio Donizete Ferreira, advogado e liderança da ocupação.

A principal característica do bairro era a sua forma de organização. Os moradores deliberavam, em assembleias, sobre questões de interesse específico da comunidade e sobre a atuação política na cidade, no estado e mesmo no país, como nas diversas marchas a Brasília da qual participaram. O PSTU atuava – e atua ainda hoje – na coordenação do Pinheirinho.

A organização e a politização do Pinheirinho provocaram a fúria do Estado e da polícia. No dia em que ocorreu a desocupação, os moradores ainda comemoravam uma trégua acordada na Justiça. Infelizmente, o governo federal, que podia ter efetuado a compra do terreno, nada fez. Ativistas, organizações políticas e sociais, personalidades e pessoas comuns se mobilizaram em solidariedade ao Pinheirinho no mundo inteiro.

A desocupação
Na madrugada de 22 de janeiro de 2012, os nove mil moradores do Pinheirinho foram surpreendidos com a invasão da Polícia Militar para a desocupação do terreno. Mais de dois mil soldados, cavalaria, helicópteros, bombas de gás, balas de borracha e de fogo foram utilizadas contra trabalhadores que moravam no local há quase oito anos. A ação chocou pessoas no mundo inteiro por sua desumanidade.

As cenas eram de guerra. Famílias inteiras ficaram sem suas casas e foram levadas a abrigos semelhantes a campos de concentração. Foram registradas denúncias de estupro por policiais da ROTA no bairro vizinho, Campo dos Alemães. A violência também teve como consequência duas mortes, uma por atropelamento de um trabalhador e outra de um idoso causada diretamente por espancamento.

Foto:

O terreno ocupado em 2004 pertencia, supostamente, à massa falida da indústria Selecta, pertencente ao megaespeculador Naji Nahas. Além de dever os impostos da área aos cofres públicos, Nahas é um bandido de fama internacional, condenado por diversos crimes financeiros. Mesmo assim, nada foi feito para regularizar o bairro e entregar a terra aos moradores do Pinheirinho.

Durante os oito anos em que lá estiveram, estas famílias construíram um verdadeiro bairro, com igrejas, pequenos comércios e prestadoras de serviços. A comunidade também era conhecida por participar da vida política da cidade, como nos protestos contra aumento de salário dos vereadores e contra o aumento das tarifas de ônibus, por exemplo. No Pinheirinho, a maioria dos trabalhadores era formada por empregadas domésticas, metalúrgicos, garçons entre outros.

ATO DE PROTESTO CONTRA A DESOCUPAÇÃO E EM DEFESA DOS MORADORES:
Dia 22/1/2013
Às 19h
Local: centro poliesportivo próximo ao terreno do Pinheirinho

Fonte: Site do PSTU, clique aqui e visite

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

FUI ESTUPRADA POR SER FEMINISTA

Isso que a B., de 24 anos, relata neste guest post não aconteceu agora, mas alguns meses atrás.

Esta é a primeira vez que te escrevo, mas confesso que já li cerca de 90% do que você já postou no blog, e acompanho diariamente. Te escrevo pois na última sexta fui estuprada por um suposto amigo, basicamente por ser feminista, e precisava contar para alguém.

Me mudei de cidade há poucos meses, deixando família, amigos e namorado para fazer mestrado em uma universidade federal. Conheci poucas pessoas e posso dizer que fiz uns três amigos por aqui apenas, o mais antigo deles no caso foi o estuprador.

Na sexta meu pai me ligou dizendo que um dos meus cães tinha sido atropelado. Sou apaixonada por animais e fiquei muito abalada, mesmo, de chorar sem parar. Conversando com esse suposto amigo no Facebook, ele se ofereceu pra vir aqui pra casa me fazer companhia. Eu relutei um pouco por estar de luto, mas ele me convenceu.

Continue lendo este texto, acessando o Blog Escreva Lola Escreva, da amiga LOLA ARONOVICH, feminista, professora da UFC, doutora em Literatura em Língua Inglesa pela UFSC, clicando aqui.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Meu novo desafio: 30/40 quilos

Amigos e amigas

Como comentei com alguns de vocês, era para eu estar fazendo cirurgia bariátrica na data de hoje, por motivo vários, que não vem ao caso expor aqui, desisti do referido procedimento, principalmente porque temo não me adequar ao novo modo de vida que a cirurgia impõe.

Explico-me: a cirurgia significa abdicar, para sempre, de alguns prazeres da vida no que diz respeito à culinária. Cozinhar é um dos meus hobbies, especialmente, cozinhar para amigos e família, pois, além de uma arte, considero o ato de cozinhar um gesto de amor, o qual gosto de compartilhar. 

Para mim, ter que abrir mão disso seria muito caro, muito difícil. 

Sei que fazendo regime, terei que diminuir bastante, principalmente durante este ano de 2013, os prazeres da arte culinária, mas ao contrário da cirurgia, com regime posso, com moderação e, em algumas vezes, sem ela, curtir a cozinha. 

Assim, optei encarar o desafio da perda de peso sem intervenção cirúrgica, à moda antiga, pois como aqueles mais próximos sabem, não sou de modismos... 

Ah, desde o final de novembro, encarando os desafios de fim de ano, consegui eliminar três quilos. 

E hoje, exatamente o dia que eu faria cirurgia, comecei nos exercícios (meu cardiologista liberou) e tive um reencontro com minha velha magrela, percorrendo um trecho de três quilômetros, o qual eu fiz, confesso, pois estou muito destreinado, empurrando a bichinha, pois o morro da Rua José de Alencar, para subir montado tenho que estar mais bem condicionado. 

Cheguei em casa quase morto, mas cheguei e acredito que, mesmo voltando a trabalhar nos próximos dias, vou manter os exercícios. 

Minha meta: Por enquanto perder 30 quilos, mas quem sabe, neste ano que faço 40 anos, terminar o ano 40 quilos mais magro.

Abraços

Adriano Espíndola Cavalheiro

PS: Ah, faltou falar uma coisa no post: Tenho pressão intraocular elevada (glaucoma) e como no Brasil a cannabis (uma das melhores forma de tratamento, conforme reconhecido nos próprio EUA, onde vários estados permitem o uso medicinal), tenho que valer-me de caríssimos colírios para regular a minha pressão intraocular. Não posso, portanto, usar remédios para emagrecer, é na raça mesmo!

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