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Sejam bem vindos. O objetivo deste Blog é informar as pessoas sobre os mais variados assuntos, os quais não se vê com frequência nas mídias convencionais, em especial acerca dos direitos e luta da juventude e dos trabalhadores, inclusive, mas não só, desde o ponto de vista jurídico, já que sou advogado.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

CONVITE DA POESIA

Eu não faço poesia

para agradar a burguesia.

Nem ao grande fazendeiro,

muito menos ao banqueiro,

tão pouco ao governo,

eu não escrevo ao patrão.


Eu componho os meus versos

ao despertar de consciências.

Escrevo aos explorados,

para que juntos com os operários,

derrubemos este sistema

que mais parece escravidão.

("Advertência", um poema de 1997)


Caso queira conhecer mais poesias de minha autoria, clique abaixo

http://recantodasletras.uol.com.br/autores/adrianoespindola

Adriano Espíndola

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

ELEIÇÕES 2010: Mais uma vez, o chamado a uma Frente Classista e Socialista


Eduardo Almeida Neto
da Direção Nacional do PSTU e editor do Opinião Socialista 

O debate sobre a tática eleitoral do PSOL tomou novos rumos, apontando para uma candidatura própria.

A opção pelo apoio à Marina Silva (PV) era uma proposta das direções do MES, MTL e APS, correntes majoritárias do PSOL. A direção do PSOL votou uma resolução com uma proposta programática ultra-rebaixada para tentar o acordo com o PV. Mas existia uma grande resistência das bases a essa posição.

Além disso, o próprio PV ajudou a detonar a possibilidade da coalizão. Nem a sua ala governista, comandada por Zequinha Sarney, nem a ala pró-PSDB dirigida por Fernando Gabeira, estavam dispostas a quaisquer concessões para conseguir essa aliança. Só Marina, na verdade, estava empenhada na coligação. Mas ela não dirige o partido.

A pá de cal nas negociações veio com a aliança PV-PSDB no Rio para a candidatura de Gabeira ao governo do estado. Isso levou até o MES, uma das correntes mais a direita do PSOL, a recuar.

Assim, a combinação entre a resistência das bases do PSOL e a postura da direção do PV, está levando este partido a abandonar a idéia do apoio à Marina Silva. Isso é muito positivo.

Como avançar para uma Frente Classista e Socialista

Desde o ano passado o PSTU vem insistindo no chamado ao PSOL para uma discussão programática com o objetivo de construir uma frente classista e socialista. No entanto, a maioria da direção do PSOL preferiu iniciar as negociações com o PV, que agora se inviabilizaram. Está aberto novamente o debate sobre a construção de um programa e de candidato para as eleições de 2010.

Hoje se discutem no PSOL candidaturas das correntes majoritárias como Martiniano Cavalcante (MTL) e Toninho (APS), e da esquerda como Babá e Plínio de Arruda Sampaio. Essa é uma nova realidade. Mas é preciso avançar na discussão do programa e da independência de classe.

O primeiro critério para garantir a frente é programático. Queremos contrapor o programa do governo e da oposição de direita com uma alternativa socialista. Isso inclui a ruptura com o imperialismo, o não pagamento da dívida pública, a expropriação dos bancos e das multinacionais, a reestatização das empresas privatizadas e uma reforma agrária radical.

Esse programa é claramente diferenciado do defendido pela APS e pelo MES, correntes majoritárias do PSOL, que param em um programa “anti-neoliberal” com a auditoria da dívida externa.

(…) continua

Leia o restante da matéria, clicando aqui (Site do PSTU)

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Soldado denúncia caráter de classe da guerra

Amigos e amigas

O vídeo abaixo, há tempos circula na net.

Entretanto, é a primeira vez que o vejo legendado em portugues.

É um discurso de um soldado estaduniense, vetereano da invasão americana ao Iraque, onde o mesmo desmacara o cárater de classe das guerras imperialistas.

São trechos da fala do soldado:

Eu tentei muito me orgulhar do meu serviço, mas só podia sentir vergonha.”
Assim começa o o vídeo com o discurso de Mike Prysner. Veterano da guerra do Iraque, ele denuncia, com a autoridade de quem lutou ao lado dos invasores, a verdadeira face deste conflito.

  • “Trabalhadores pobres desse país são enviados para matar trabalhadores pobres de outros países, a fim de tornar os ricos mais ricos. Sem o racismo, os soldados perceberiam que têm mais em comum com o povo do Iraque do que têm com os bilionários que nos enviam à guerra.”
  • “Nosso inimigo não está a 5.000 milhas de distância, estão aqui em casa. Se nos organizarmos e lutarmos em conjunto com nossos irmãos e irmãs, podemos parar esta guerra, podemos deter este governo, podemos criar um mundo melhor.”

Gostei do vídeo, espero que gostem também.

Adriano Espíndola

 

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