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Sejam bem vindos. O objetivo deste Blog é informar as pessoas sobre os mais variados assuntos, os quais não se vê com frequência nas mídias convencionais, em especial acerca dos direitos e luta da juventude e dos trabalhadores, inclusive, mas não só, desde o ponto de vista jurídico, já que sou advogado.

sábado, 16 de julho de 2011

TO – Brasil: HOMOFOBIA FAZ MAIS UMA VÍTIMA – É hora de organizar comitês de auto-defesa em todo o país.

 

Um corpo foi encontrado na manhã desta quinta-feira, 14, às margens da TO 010 em Palmas. Segundo informações do IML, o corpo foi identificado como sendo o assistente social Paulo Sérgio Porto, que tinha 38 anos e era conselheiro fiscal do Conselho Regional de Serviço Social. Paulo Sérgio foi encontrado com sinais de estrangulamento. Segundo Rosinalva da Silva Alves, que fez o reconhecimento do corpo, tudo leva a crer que o crime foi motivado por homofobia.

Maiores informações, clique aqui

Com informações, do Blog Azul Marinho com Pequi, visite

(Nota de Adriano Espíndola: Efeito colateral de declarações de homofóbicos como Bosolnaro e Mirian Rios. É hora dos homossexuais se organizarem em comitês de auto-defesa, vez que a homofobia tem matado como nunca no Brasil. Gostaria que os leitores do Blog dessem sua opinião. Para opinar escreva uma msg, pode ser anonima, na seção de comentários do Blog)

quarta-feira, 13 de julho de 2011

É rock'n roll, baby

 

Abaixo um texto do amigo Celso Lungaretti, sobre o dia do Rock, meu ritimo musical predileto!

Adriano

HOJE É DIA DE ROCK

Assim como o Messi, eu também precisava do carinho do meu povo ao sair das prisões militares, quase destruído aos 20 anos de idade.

E o que encontrei, no Brasil do  milagre, foi uma comunidade alternativa, para a qual me convidou um antigo companheiro de movimento estudantil.

Foi onde me reencontrei com a vida e com as alegrias singelas da juventude, depois de tão prematuro convívio com a morte.

E descobri o rock, que todos os descontentes curtiam porque era a antítese da  ordem unida instaurada pelos golpistas de 1964.

No início, de tão traumatizado, só consegui me identificar com o rock macabro de Alice Cooper, Black Sabbath, Uriah Heep. Eu me sentia como se estivesse nas catacumbas, ao lado dos primeiros cristãos.

Com o tempo, fui superando os traumas e também sofisticando meu gosto e aprendendo mais sobre o ritmo cuja carga de revolta visceral tanto me atraíra.

E fiquei conhecendo sua história, desde as plantações de algodão em que negros tinham  o blues como praticamente única válvula de escape, passando pela nova forma de escravidão que foram as indústrias automobilísticas, até chegar na explosão do rhyth'm blues e no amálgama com o  country and western. O blues teve um filho e o batizaram de rock'n roll, cantou o grande Muddy Waters. Perfeito.

Quando me tornei crítico de música, no final da década de 1970, o rock do  underground  praticamente definhava, substituído pela espetacularização e a artificialidade pop. A indústria cultural retomava o controle sobre sua criatura que, como o monstro de Frankenstein, por uns tempos escapara de suas garras calculistas.

Até hoje curto esse rock do mito, do grito, da revolta e do improviso, que existiu/resistiu brevemente e logo foi reassimilado pelo sistema.

E que foi expresso maravilhosamente por Neil Young em My, my, hey, hey, cujos versos faço questão de reproduzir neste Dia Mundial do Rock, pois expressam a melhor postura do melhor rock que o mundo conheceu:

"My my, hey Hey
Hey Hey, My My
O rock'n roll nunca morrerá
Há mais que no quadro
Do que os olhos podem ver
Hey hey, my my
Saindo do azul, entrando nas trevas
Eles te dão isso, mas você paga por aquilo
E uma vez que tenha ido, você não pode voltar
Quando está saindo do azul e entrando nas trevas
O rei se foi, mas ele não é esquecido
Esta é a história de Johnny Rotten
É melhor consumir-se em chamas do que definhar aos poucos
O rei se foi, mas ele não será esquecido
My my, hey hey
o rock'n roll está aqui pra ficar
Hey hey, my my
o rock'n Roll nunca morrerá"

Fonte: Email enviado por Celso, com autorização de reprodução.

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